Greve de trabalhadores deixa França paralisada

As greves na França contra o projeto de Reforma Trabalhista do governo de Hollande se estenderam a vários setores

Déficit da previdência social é farsa!

Com argumentos incontestáveis, Denise Gentil destroça os mitos oficiais que encobrem a realidade da Previdência Social no Brasil

Sindicalistas de todo o país aderem à Unidade Popular

Em um ato público realizado em Maceió, Alagoas, sindicalistas de vários estados aderiram ao Partido Unidade Popular pelo Socialismo

PL\4330 volta à pauta no Congresso Nacional

O movimento sindical deve colocar a luta contra o PL 4330 como uma batalha de vida ou morte para a classe trabalhadora.

Apesar de comum, assédio sexual no trabalho é pouco denunciado no Brasil

Vergonha, medo e dificuldade de provar a agressão levam as vítimas a preferir o silêncio.


sexta-feira, 26 de outubro de 2018

Resolução do II Encontro de Mulheres Trabalhadoras


     
II Encontro de Mulheres Trabalhadoras em Belo Horizonte
       Às 10 horas do dia 21 de outubro de 2018, na cidade de Belo Horizonte o II Encontro de Mulheres Trabalhadoras, realizado pelo Movimento Luta de Classes e o Movimento de Mulheres Olga Benário em parceria com a Casa de Referência Tina Martins, aprovou a seguinte resolução:

     Toda mulher é trabalhadora. Ela pode trabalhar em casa, ou na rua. Pode estar com sua carteira assinada ou autônoma. Com trabalho formal ou informal. Pode ser concursada ou terceirizada. Pode estar trabalhando, ou se preparando para começar a trabalhar. Ou pode não estar, devido o contexto de alto desemprego no país, mas já trabalhou um dia e ainda trabalhará. Toda mulher é trabalhadora, e é importante reconhecer essa conquista de poder trabalhar, pois ao sair de casa para fazer sua jornada, ela pode conseguir sua independência financeira e social, conhecendo outras pessoas, o que a tira de uma posição dependente do marido e a deixa com opções de vivência fora do lar.
      O crescente aprofundamento da crise e do fascismo no Brasil, afigurado hoje pela candidatura de Jair Bolsonoaro, deverá precarizar cada vez mais a vida das mulheres trabalhadoras, e várias são as evidências deste fenômeno. Com relação à saúde das mulheres foram observadas a falta de instruções adequadas, como o exemplo dos índices de câncer de mama, a falta de atendimento adequado no sistema Unificado de saúde (SUS), intensificado pela aprovação da PEC dos gastos (Emenda Constitucional 95).
Também a situação da mulher no mercado de trabalho é sintomática da relação entre o patriarcado e a condição material das mulheres trabalhadoras. Apesar de mais mulheres estarem ingressando o ensino superior, são as que menos permanecem, além de serem as primeiras a serem demitidas e ultimas a serem admitidas. São as que mais ocupam os postos de trabalhadores terceirizados. Apesar do aumento de mulheres instruídas são as que menos ocupam altos cargos. Mesmo quando ocupam as mesmas funções, recebem os salários mais baixos.


• O trabalho da mulher como forma de sobrevivência:  - Dupla jornada de trabalho, no mercado e ambiente familiar.  - Ambientes insalubres, colocando em risco a saúde da mulher    -  Falta de assistência a mulher para se recolocar no mercado de trabalho durante a maternidade, devido ao período de afastamento quando estas retornam ao mercado desatualizadas
•    Assédio no ambiente de trabalho: - assédio sexual, moral, machismo, questionamentos constantes das capacidades intelectuais da mulher.
•    Apropriação das lutas femininas na publicidade: As marcas dizem estar na luta com as mulheres
•    Necessário o entendimento dos homens sobre a criação dos filhos, a “ajuda” na criação dos filhos, a divisão de tarefas herança da estrutura capitalista patriarcal em que as mulheres têm como função o cuidado do lar e o homem trazer o sustento, governo fascista em
•    O papel social da mulher de cuidadora na sociedade o que é reflete no mercado de trabalho os ensinamentos sociais.
•    Classes sociais e de gênero: A rivalidade de gênero tem sido quebrada  entre as classes é benéfica ao capitalismo que beneficia o crescimento do fascismo, promoção das lutas visando lucro.
•    Muitas mulheres abandonam as lutas para o cuidado do lar.

    O caminho possível para as mulheres trabalhadoras é a busca pela organização e lutas femininas e conquistas ao longo do contexto histórico, dos direitos: A casa Tina Martins buscando assegurar e instruir as mulheres sobre seus direitos; direito ao voto (sufrágio universal); mulheres ocupando mais espaços
Precisamos propor: Mais conselhos de mulheres em que haja organização para mais união feminina e que as mulheres possam continuar e ocupar todos os espaços.

•    Mulheres no sindicato: Espaço machista, minoria feminina.
•    Levar a pauta específica das ocupações de mulheres em situação de violência para os sindicatos dos metroviários e IFes
•    Ver pessoas do metrô ou da UFMG que podem ajudar na reforma da Casa Tina Martins
•    Impulsionar a Vakinha Online da Tina
•    Nota de repúdio às propostas dos candidatos ao governo federal e do Estado
•    Fazer um informativo sobre a legitimidade dos movimentos sociais
•    Criar núcleos de discussões nos espaços de trabalho
•    Construçao de um mutirão para reformas estruturais nos espaços das ocupações
•    Organização das mulheres na reivindicação dos direitos nas lutas.

Belo Horizonte, 21 de outubro de 2018

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Saiba por que o milionário Bolsonaro é contra os trabalhadores


Trabalhadores e trabalhadoras

Estamos vivendo um dos momentos mais decisivos da nossa história. Nos últimos anos tivemos nossos direitos atacados pelo governo Temer. A aprovação da Lei da Terceirização, a Reforma Trabalhista,o Congelamento do Orçamento para a Saúde, Educação e outras áreas sociais (Emenda Constitucional 95) e a ameaça constante de aprovação da Reforma da Previdência são algumas das medidas que rasgaram a Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, substituiram claúsulas fundamentais na Constituição e aumentou o desemprego. Atualmente, 37 milhões de brasileiros e brasileiras estão desempregadas e algumas delas desistiram de procurar emprego.O resultado disso é desesperança e revolta.Mas precisamos ficar atentos sobre o que está em jogo nestas eleições.O candidato do PSL, Jair Bolsonaro,deputado federal há 27 anos, se apresenta como novo, como que resolverá os problemas do país e colocará tudo em seu devido lugar. Mas a realidade é completamente diferente. Bolsonaro defende um governo para os ricos. Um exemplo é a proposta de adotar a carteira de trabalho verde e amarela, que terá um contrato individual do trabalhador com o
patrão. Assim, o banco de horas ou horas extras, aumento salarial, licenças entre outras questões seriam acordadas com o patrão e por fora da CLT. Na pratica é a volta da escravidão. Coerente com que disse em entrevista à rádio Jovem Pam, no dia 05 de Fevereiro de 2018;

“(...) É o seguinte: o trabalhador vai ter que viver esse dia. Menos direito e emprego ou todos os direitos e desemprego.” afirmou o candidato. Como se não bastasse isso, o vicê de Bolsonaro, General Mourão, militar reformado, disse mais de uma vez que 13o Salário é muito pesado para os patrões pagarem, e que isso deveria ser revisto. Mal sabe ele que o décimo terceiro é fruto de lutas do movimento sindical, pois é referente aos outros dias do ano em que trabalhamos de graça, como os meses que tem 31 dias. Logo o Mourão que recebe cerca de 15 mil reais por mês , incluindo seu décimo terceiro. Além desses projetos que piorarão a vida que quem vive do trabalho no Brasil, a
proposta de Bolsonaro é privatizar as empresas nacionais e entregá-las para mãos estranjeiras. Esse foi um dos motivos de sua ida aos EUA, quando bateu continência para bandeiraestranjeira, um claro sinal de servidão aos americanos. Não podemos escolher para um país um caminho de violência contra o povo pobre e trabalhador. O Brasil é o país que mais mata negros pobres do mundo. A ultima estimativa do Ministério da Saúde apresentada é de 40 mil jovens negros assassinados por ano. Este é o resultado do preconceito, pois a regra tem sido atirar e depois perguntar. O Brasil é um dos países onde mais se mata mulher no mundo, segundo o levantamento do G1, a cada duas horas morre uma mulher assassinada no Brasil. Os discursos de Jair Bolsonaro reforçam essa estatistica. Uma vergonha para o nosso país.
         Em 2013 Bolsonaro disse a seguinte frase: “Só tem uma utilidade o pobre nesse país, votar. Título de eleitor na mão e diplma de burro no bolso”.Segundo a matéria na Folha de São Paulo do dia 11 de Junho de 2018, Bolsonaro defende política de esterilização de pobres para combater a miséria.Não para por aí; O candidato disse, em uma palestra no clube Hebraica: “eu
fui num quilombo. O afrodescendente mais leve lá pesava sete arrobas. Não fazem nada. Eu acho que nem para procriador ele serve mais” afirmou. Isso que o candidato pensa dos Quilombolas, que lutam pelo reconhecimento de suas terras e cultura desde a escravidão. O que está em jogo é a forma de sociedade que nós queremos. Tudo o que defende o candidato são idéias típicas do fascismo, ideologia que defende tudo para os ricos e trata os pobre e os trabalhadores como caso de polícia.
Não podemos aceitar que isso tome conta de nosso país!
      Por isso, neste segundo turno a classe trabalhadora precisa ter a consciência de que estão em jogo a manutenção de nossos direitos, e mais, a garantia de termos o direito de lutar para melhorar nossa condição de vida.Não podemos ter dúvida, por mais críticas que podemos ter aos governos do Partido dos Trabalhadores,  garantir a democracia para avançarmos em nossos direitos é o principal.
Assim, neste domingo nosso voto é Haddad, 13! Contra o fascismo!

Renato Campos
Movimento Luta de Classes

quinta-feira, 4 de outubro de 2018

“Pobre não sabe fazer nada”, diz milionário Bolsonaro


Bolsonaro e família cresceu seu patrimônio em 432% ao entrar na politica
Quem é Jair Bolsonaro, candidato a presidente da República pelo Partido Social Liberal (PSL)? Em sua propaganda, ele se apresenta como um homem honesto, que defende o melhor para os brasileiros e para o Brasil. Será isso verdade?

Ao registrar sua candidatura no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Bolsonaro declarou ter um patrimônio de R$ 2,3 milhões. Na declaração, ele afirma que é dono de cinco imóveis, três veículos e possui ações, aplicações bancárias e poupança. Mas, como um capitão do Exército reformado conseguiu essa fortuna? Bolsonaro se tornou um milionário após ingressar na política burguesa. De fato, em 1988, Bolsonaro possuía apenas um Fiat Panorama, uma moto e dois pequenos lotes em Resende, interior do Rio de Janeiro. De lá para cá, tornou-se rico. Segundo o jornal Folha de São Paulo, o patrimônio de Bolsonaro é muito maior do que o declarado por ele ao TSE. A avaliação real de seus cinco imóveis é de R$ 8 milhões. Duas dessas casas ficam num dos locais mais valorizados no Rio de Janeiro: a Barra da Tijuca. Uma delas vale R$ 1,06 milhão e a outra R$ 2,23 milhões, conforme a cobrança do Imposto de Transmissão de Bens Imóveis (ITBI).

Vendo que a política burguesa trouxe tantos benefícios pessoais, Bolsonaro patrocinou o ingresso de três filhos nesta carreira: Eduardo Bolsonaro é deputado federal por São Paulo; Carlos Bolsonaro é vereador no Rio; e Flávio Bolsonaro, deputado estadual também no Rio. Juntos, ainda segundo a Folha, Bolsonaro e filhos têm mais imóveis que muitas imobiliárias: um total de 13 imóveis avaliados em R$ 16,5 milhões, a maioria deles em áreas supervalorizadas como Copacabana, Barra da Tijuca e Urca. No período em que o candidato conseguiu essa fortuna, o povo brasileiro não teve a mesma sorte: 52 milhões de brasileiros vivem na pobreza e falta trabalho para 27 milhões de trabalhadores.

Sobra dinheiro e faltam escrúpulos ao Sr. Bolsonaro. Apesar de ser dono de um imóvel em Brasília, ele e seu filho Eduardo recebem dos cofres públicos, cada um, R$ 6.167,00 de auxílio-moradia, ou seja, mais de R$ 12 mil no total. Quer dizer, recebem auxílio para morar em Brasília, mesmo tendo casa própria na Capital. Somente de auxílio-moradia Bolsonaro e seu filho já embolsaram um total de R$ 730 mil. Enquanto isso, o Brasil tem, pelo menos, sete milhões de famílias sem casa para morar, conforme censo de 2010, número que só cresceu em quase uma década.

Mas não ficam aí as maracutaias do deputado. Reportagem da Folha de São Paulo divulgou que o candidato do PSL tem, pelo menos, uma funcionária fantasma em seu gabinete. Trata-se de Walderice Santos da Conceição, que, embora seja vendedora de açaí na praia de Angra dos Reis, onde o parlamentar tem uma imensa casa, recebia salário da Câmara dos Deputados. Após a denúncia do jornal, a servidora fantasma Wal foi demitida.

Defensor do estupro e da tortura

Além de ter construído junto com seus filhos um patrimônio milionário com a política, Bolsonaro também é conhecido como homofóbico e defensor do estupro. Em 9 de dezembro de 2014, no plenário da Câmara dos Deputados, declarou que não estupraria a deputada Maria do Rosário (PT-RS) porque ela não merecia. No mesmo dia, postou em sua página oficial no YouTube um vídeo intitulado “Bolsonaro escova Maria do Rosário”. No dia seguinte, concedeu entrevista ao jornal Zero Hora, do Rio Grande do Sul, em que reafirmou o que havia dito na Câmara. “Ela não merece ser estuprada porque ela é muito ruim, porque ela é muito feia, não faz meu gênero, jamais a estupraria. Eu não sou estuprador, mas, se fosse, não iria estuprar, porque não merece”.

Por essa ofensa a todas as mulheres brasileiras e ao nosso povo, Bolsonaro foi condenado três vezes pela Justiça: a primeira, em 2015, pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJ-DF), para pagar indenização de R$ 10 mil à deputada por danos morais; a segunda, pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) e finalmente pelo Supremo Tribunal Federal (STF). Por dia, ocorrem 135 estupros de mulheres no Brasil, de acordo com dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Se um homem com esse tipo de mentalidade chegar à Presidência da República, o que irá acontecer?

Apoiador do golpe que fez Michel Temer se tornar presidente, Bolsonaro também é conhecido por defender a tortura e os torturadores. Em vídeo de 1999, disse: “Sou a favor da tortura”. Em abril de 2016, defendeu e homenageou o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, ex-chefe do Departamento de Operações de Informação (DOI-Codi), órgão responsável pelas torturas em São Paulo durante a ditadura militar (1964-1985). O coronel Ustra foi, inclusive, condenado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) por torturar a família Teles. Amelinha Teles, uma das torturadas pelo coronel, relatou o que aconteceu com ela, seu marido, Cesar Teles, e seus filhos: “Eu fui espancada pelo coronel Ustra ainda no pátio do Doi-Codi. Ele me deu um safanão com as costas da mão, me jogando no chão, e gritando ‘sua terrorista’. Depois, ele levou meus filhos para uma sala, onde eu me encontrava na cadeira do dragão, nua, vomitada, urinada! Levar meus filhos para dentro da sala? O que é isso? Para mim, foi a pior tortura que eu passei. Meus filhos tinham cinco e quatro anos”, relatou Amelinha. A cadeira do dragão era um instrumento de tortura utilizado na ditadura, em que a pessoa era colocada sentada e tinha os pulsos amarrados aos braços da cadeira. Com fios elétricos atados em diversas partes do corpo, a pessoa era submetida a sessões de choques. Amelinha também contou que viu seu marido sendo torturado na unidade do DOI-Codi pelos agentes da ditadura na frente do coronel Ustra, que ordenou que a agarrassem e a arrastassem para uma sala de tortura”.

Basta de racismo e de ricos no poder!

Não bastasse, no ano passado, em palestra no clube Hebraica do Rio de Janeiro, o candidato Bolsonaro expressou seu pensamento sobre os negros. Disse ele na ocasião: “Eu fui em um (ato) quilombola em Eldorado Paulista. O afrodescendente mais leve pesava sete arrobas”. Em abril, a procuradora geral da República, Raquel Dodge, denunciou Bolsonaro por racismo: “Esta manifestação, inaceitável, alinha-se ao regime da escravidão, em que negros eram tratados como mera mercadoria, e à ideia de desigualdade entre seres humanos, o que é absolutamente refutado pela Constituição brasileira e por todos os tratados e convenções internacionais de que o Brasil é signatário”. Para a procuradora, o político se referiu a essas pessoas como se fossem animais, ao utilizar a palavra arroba.

Além disso, Bolsonaro não tem nenhuma preocupação com os trabalhadores nem com os pobres.  Além de apoiar o Governo Temer, ele e os demais deputados representantes da burguesia aprovaram um dos maiores crimes cometidos pelo Congresso Nacional contra os trabalhadores: a reforma trabalhista, que estabeleceu a jornada intermitente, o parcelamento das férias, eliminou dezenas de direitos dos trabalhadores e permitiu que os patrões paguem salários mais baixos e imponham mais horas de trabalho, enfim, aumente a exploração dos capitalistas sobre a classe operária unicamente para crescer os lucros da burguesia.

Antes, o deputado já tinha votado duas vezes contra as trabalhadoras domésticas terem direito à carteira assinada, além de ter aprovado a PEC 241, que corta verbas da saúde, da educação e congela o salário dos funcionários públicos. Porém, embora considere que os trabalhadores devam receber baixos salários, o mesmo ele não pensa para si: todo mês, Bolsonaro ganha dois salários: R$ 33.700,00, como parlamentar, e mais R$ 5.600,00, do Exército.

O candidato do PSL também é contrário a aumentar as verbas para a educação pública. Sua proposta é cortar as verbas das universidades públicas, como afirmou em entrevista à Rede Globo: “Vamos tirar mais recursos do ensino superior e jogar mais no fundamental”. Na mesma entrevista, incentivou a violência como proposta para a segurança pública: “O policial resolve o problema se matar 10, 15 ou 20 com 10 ou 30 tiros cada um; ele tem que ser condecorado, e não processado”.

Quando era vereador do Rio de Janeiro, Bolsonaro fez um discurso na Câmara Municipal dizendo que “pobre não sabe fazer nada” e que os maus políticos vão desparecer quando “se acabarem os pobres e os miseráveis”.

Pois, nós, Sr. Bolsonaro, pensamos exatamente o contrário: os pobres e miseráveis vão acabar quando varrerem os políticos milionários como o sr. e assumirem o poder em nosso país!

 Lula Falcão é membro do Comitê Central do Partido Comunista Revolucionário e diretor de A Verdade.

Extraído do Sítio http://averdade.org.br