Greve de trabalhadores deixa França paralisada

As greves na França contra o projeto de Reforma Trabalhista do governo de Hollande se estenderam a vários setores

Déficit da previdência social é farsa!

Com argumentos incontestáveis, Denise Gentil destroça os mitos oficiais que encobrem a realidade da Previdência Social no Brasil

Sindicalistas de todo o país aderem à Unidade Popular

Em um ato público realizado em Maceió, Alagoas, sindicalistas de vários estados aderiram ao Partido Unidade Popular pelo Socialismo

PL\4330 volta à pauta no Congresso Nacional

O movimento sindical deve colocar a luta contra o PL 4330 como uma batalha de vida ou morte para a classe trabalhadora.

Apesar de comum, assédio sexual no trabalho é pouco denunciado no Brasil

Vergonha, medo e dificuldade de provar a agressão levam as vítimas a preferir o silêncio.


sexta-feira, 28 de março de 2014

Serão demitidos 98 mil servidores em Minas Gerais


A lei 100/07, de autoria do então governador Aécio Neves (PSDB), efetivou 98 mil trabalhadores que prestavam serviço ao governo estadual sem concurso público. Estes trabalhadores em sua maioria eram designados, temporários com contrato de um ano, e lotados na secretaria estadual de educação. No dia 26 de Março, aconteceu o que mais cedo ou mais tarde aconteceria, o Supremo Tribunal Federal – STF, julgou inconstitucional, demitindo todos os trabalhadores efetivados sete anos após a lei.

O que está por trás dessas demissões e da Lei 100/07 é a precarização do serviço público estadual. A maioria dos servidores na educação em Minas são efetivados pela lei, já que a falta de concurso público fazia com que professores e serventes em geral, tivessem que fazer uma busca todo princípio de ano para garantirem seu emprego, ainda que temporário. Ao invés de fazer concurso e garantir o direito dos trabalhadores, o governo de Aécio Neves preferiu passar por cima da constituição de 1988, enganando os trabalhadores com uma “estabilidade” que nunca existiu de fato.

Agora tem deverá “descascar o abacaxi” é o próximo governador. Em entrevista coletiva, a Secretária de Educação, Maria Lúcia Gazzola, afirmou que os trabalhadores não serão demitidos de imediato, e que serão recontratados como temporários. A categoria inicia sua campanha salarial ainda sem saber como será esta transição que mudará a educação no estado.

Movimento Luta de Classes - MG

Professores concursados de Alagoas lutam por nomeação



Os candidatos aprovados no último concurso da Educação do Estado de Alagoas, ocorrido no ano passado, estão revoltados. A causa da indignação dos professores aprovados é que não estão sendo convocados para os cargos. Um “apitaço” dos professores não convocados aconteceu na manhã desta quinta-feira (27) em frente ao Palácio República dos Palmares, sede do Governo de Alagoas, no Centro de Maceió, cobrando nomeação de todos os aprovados.


O professor Magno Francisco da Silva participou do protesto e se mostrou insatisfeito com o ensino público estadual. Segundo o professor, o concurso oferecia 1800 vagas, sendo aprovados mais de 2000 candidatos, o que significa um cadastro de reserva. “A situação da educação pública em Alagoas é caótica. Lutar para que os professores sejam convocados é a luta para que a educação seja de maior qualidade no Estado, principalmente para a população de baixa renda”, disse o professor à reportagem do Tribuna Hoje. O protesto recebeu o apoio do Sindicato dos Trabalhadores da Educação de Alagoas (Sinteal).

Magno Francisco expressou a desigualdade que existe entre professores e monitores no Estado. “O número de monitores é de 60% em cada escola estadual. Existe carência de professores. Em 2005, ano que aconteceu o penúltimo concurso da educação do Estado, ainda existe profissionais que não foram chamados”, afirmou Magno. O professor completa a fala sobre o assunto dizendo que nessa quarta-feira (26) foram nomeados cerca de 220 monitores que foram aprovados em um concurso de títulos. “Ao invés de chamar professores, veja que contradição, chamaram monitores”, desabafou Magno.

Cerca de 150 profissionais da educação se aglomeraram em frente ao Palácio República dos Palmares na manhã desta quinta-feira. Os professores cobravam uma reunião com o governador Teotonio Vilela para resolver a situação.

Reunião

Estiveram presentes na reunião representando o Governo do Estado o governador Teotonio Vilela Filho e o secretário da Gestão Pública, Alexandre Lages. As categorias presentes (Sinteal, Sintagro, Sindprev, Sindpol, Sinduneal e Sintuneal) reivindicaram aumento salarial, enquanto os aprovados no concurso argumentaram pela convocação dos mesmos.

Alexandre Lages afirmou que “serão convocados apenas 1730 nesse primeiro momento, pois é o que temos de carência sabida até agora”. O número de carência ainda não é oficial e a Secretaria de Estado da Gestão Pública (Segesp) irá fornecer este número em tempo hábil.

Os manifestantes se reunirão nesta sexta-feira (28) no Sindipetro, no bairro do Centro, onde irão redigir uma ação de impedimento da nomeação de monitores que foi divulgada no site da Segesp na quarta-feira (26). Caso a ação seja mantida, um ato será organizado para a entrega da ação ao Ministério Público.
Além disso, um documento será redigido pela categoria e levado na Segesp. O secretário deve assinar este documento comprometendo o governo a fazer a convocação e nomeação dos aprovados de acordo com o número real de carência. Um possível ato na porta da secretaria ainda será decidido em reunião.

Publicado no portal Tribuna Hoje             

terça-feira, 18 de março de 2014

Participe com o MLC da 8ª Marcha da Classe Trabalhadora.



A CUT e outras centrais organizam uma grande Marcha para o dia 9 de abril, em São Paulo às 10 horas no MASP. A mobilização prevista é de 50 mil pessoas e tem uma pauta extensa como: Redução da Jornada de Trabalho, Fim do Fator Previdenciário, Fim do Projeto de Lei 4330 que amplia a terceirização, Fim dos Leilões do Petróleo e Reforma Agrária.
 O Fator previdenciário é uma prioridade. O presidente nacional da CUT afirmou em entrevista que essa questão tem que ser resolvida ainda este ano e as mobilizações são o caminho para a conquista: “acabar com o fator previdenciário é um dever moral que a presidenta Dilma tem com a classe trabalhadora e ela tem que fazer isso ainda neste mandato” (…) “nós só vamos conseguir acabar com o fator com mobilização e a luta vai ser grande e forte e só ganha quem luta”.
O movimento Luta de Classes convoca os trabalhadores e trabalhadoras para a 8ª Marcha em São Paulo. É preciso fortalecer a luta por esta pauta com ousadia e firmeza, com objetivo de construir dia a dia a luta pelo poder popular e o socialismo.
            Movimento Luta de Classes