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Déficit da previdência social é farsa!

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Sindicalistas de todo o país aderem à Unidade Popular

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PL\4330 volta à pauta no Congresso Nacional

O movimento sindical deve colocar a luta contra o PL 4330 como uma batalha de vida ou morte para a classe trabalhadora.

Apesar de comum, assédio sexual no trabalho é pouco denunciado no Brasil

Vergonha, medo e dificuldade de provar a agressão levam as vítimas a preferir o silêncio.


sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Greve da GM: quem luta, conquista!


Em assembleia realizada no turno da manhã de hoje (26/02), os trabalhadores daGeneral Motorsde São José dos Campos decidiram por encerrar a greve, após o anúncio da empresa de que não mais demitiria os trabalhadores que estão em lay-off. Essa foi mais uma grande vitória dos trabalhadores, mostrando a eficácia da luta coletiva.
A greve, que começou na última sexta-feira, foi a mais longa da GM de São José dos Campos nos últimos 12 anos. Ela se soma às mobilizações dos trabalhadores da Volkswagen de São Bernardo do Campo, que, em greve no mês de janeiro, também conseguiram barrar as demissões.
Pelo acordo aprovado, entrarão em lay-off 650 trabalhadores, que terão seus salários garantidos e participação nos lucros, além da estabilidade de três meses no emprego.
Todas essas mobilizações comprovam a necessidade da luta conjunta da classe trabalhadora para impedir os ataques que vêm tanto dos patrões quanto dos governos.
Fonte: Site do Jornal A Verdade

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Metalúrgicos da GM mantém greve em São José dos Campos


GM tem 5,2 mil funcionários em São José dos Campos (Foto: Divulgação/SMSJC)

Funcionários da General Motors (GM) de São José dos Campos (SP) decidiram na manhã nesta segunda-feira continuar com a greve iniciada na última sexta-feira (20). A paralisação é contra a demissão de 794 funcionários.
De acordo com o sindicato dos metalúrgicos da região, os trabalhadores permanecem dentro da fábrica, mas sem produzir. No local são feitos cerca de 300 veículos por dia, dos modelos S10 e Trailblazer, além de motores e transmissões.

A GM informou que vai se pronunciar apenas depois da audiência de conciliação, marcada para as 15h30 da terça-feira, no Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região, em Campinas.

Na sexta-feira, a empresa afirmou que foi pega "de surpresa" e que sua proposta não foi apresentada completamente aos funcionários. Com isto, a GM ajuizou dissídio coletivo no TRT, começando uma batalha legal.

Na última reunião, a GM propôs a abertura de um novo lay-off por dois meses para 798 trabalhadores, e todos seriam demitidos após o período, de acordo com o sindicato. A entidade afirma que a montadora fica legalmente impedida de realizar demissões enquanto há greve.
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Os representantes dos trabalhadores concordam com a realização do lay-off, desde que não ocorra nenhuma demissão.

Crise nas costas dos trabalhadores

A greve em São José dos Campos é a mais recente em uma onda de ações no setor automotivo no Brasil, que cortou 7% dos trabalhadores no ano passado, com a redução da produção.

O sindicato, que terá eleições na próxima semana, enfrentou várias vezes a GM, desde que a montadora reduziu folhas de pagamento na unidade local de cerca de 7.500 trabalhadores em 2012 para 5.200 atuais.

fonte G1