COVID 19 - Governo bolsonaro burocratiza acesso a renda mínima

Milhões de trabalhadores ainda não tiveram acesso ao benefício.

Fim da campanha genocida de bolsonaro

Justiça determina fim da campanha genocida de Bolsonaro

Nova organização da feira do eldorado prejudica feirantes

Trabalhadores e trabalhadoras feirantes da famosa Feira do Eldorado, localizada em Contagem/MG, sofreram um verdadeiro golpe neste final de ano.

Dia 13 de agosto é mais um dia de mobilizações por todo o país!

Está marcado para o dia 13 de Agosto novas mobilizações contra as medidas do governo de Jair Bolsonaro (PSL)

Karl Marx - Sindicatos: Seu Passado, Presente e Futuro

É necessário que a classe trabalhadora se arme com a teoria para avançarmos na luta pelos nossos direitos e por uma nova sociedade.


terça-feira, 30 de junho de 2015

Empreiteiro diz que pagou para evitar greves


Em matéria publicada hoje, dia 30 de junho, no jornal Folha de São Paulo, o delator da operação Lava-Jato, Ricardo Pessoa, dono a UTC, revela que pagou proprina ao deputado Paulinho da Força para evitar greves em suas obras.O atual presidente do Solidariedade, e um dos principais defensores da lei da terceirização, junto com Paulo Skaf, presidente da Federação das Indústrias de São Paulo, teria recebido a proprina para evitar greve na construção civil. A denúncia se extende ao deputado  Luiz Sérgio (PT/RJ), ex-prefeito do município de Angra dos Reis, onde há obras da UTC relacionada a Usina de Angra 3.
Em 2011, os trabalhadores da construção civil fizeram uma onda de greves nas obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) como Jirau e Santo Antônio, que assustou os empreiteiros, mostrando a força da classe trabalhadora organizada. O intuito era de evitar a luta dos trabalhadores por melhores salários e garantir seus lucros, ou seja, mesmo objetivo que fazem os já milhonários empreiteiros desviarem recursos, enjetarem dinheiro em seus representantes no parlamento para garantirem ainda mais suas fortunas.

Confira a matéria completa no site

http://www1.folha.uol.com.br/poder/2015/06/1649504-empreiteiro-ricardo-pessoa-diz-que-pagou-para-evitar-greves.shtml

Empresas roubam e trabalhadores são demitidos


A Operação Lava Jato, realizada pela Polícia Federal (PF), desmontou um esquema de lavagem de dinheiro que movimentou cerca de R$ 10 bilhões de recursos da Petrobras. Segundo a PF e o Ministério Público Federal (MPF), estão envolvidos no esquema partidos políticos como PP, PMDB, PSDB, PSB, PT, PTB e SD, e grandes empreiteiras, como OAS, Camargo Correa, Mendes Jr., Galvão Engenharia e Engevix, todas envolvidas no processo de pagamento de propina e desvio de dinheiro. O reflexo desse desvio recai sobre as costas dos trabalhadores, que pagam com seu emprego a insaciável sede por dinheiro dos empresários e seus partidos burgueses.

No final do mês de maio, a Companhia Integrada Têxtil de Pernambuco (Citepe), subsidiária da Petrobras no Estado, apresentou um balanço financeiro do empreendimento, revelando prejuízos bilionários em 2014. De acordo com os dados apresentados à imprensa, a Citepe teve um prejuízo de R$ 2,6 bilhões, 1.132% maior do que o apresentado em 2013. Segundo a companhia, a Operação Lava Jato é uma das responsáveis pelos números negativos.

Produção aumenta, mas trabalhadores são demitidos


Para se livrar da crise, a Citepe apresentou, no mês passado, um Plano de Incentivo à Demissão Voluntária (PIDV), como única solução para sair do vermelho e dar continuidade ao projeto da companhia. O programa pretende demitir 2/3 dos trabalhadores da operação e manutenção como forma de diminuir os custos operacionais. A companhia deixou claro que, “caso não atinja a meta de demitir os 2/3 dos funcionários pelo PIDV, vai demitir os trabalhadores até chegar à metade do quadro operacional”. Atualmente, todos os trabalhadores da companhia são oriundos de concurso público e regidos pela CLT. Apesar dos números negativos apresentados, a realidade é bem diferente. Os próprios dados apresentados pela companhia, apesar de incompletos, mostram um crescimento significativo do processo produtivo realizado pelos trabalhadores. Vejamos: a receita bruta da companhia teve um crescimento de 210% em relação a 2013, enquanto a receita operacional líquida subiu 212%. A partida da unidade PET, em 2014, gerou sozinha uma receita líquida de R$ 98 milhões. O setor têxtil gerou receita líquida de R$ 145 milhões, ou seja, 107% em relação ao ano anterior, e o setor têxtil teve um aumento de 141% em toneladas de fios produzidos.

Portanto, os trabalhadores da operação/manutenção só fizeram os números operacionais da companhia crescer. E tem mais: a Citepe tem um contrato com a Odebrech para a construção da obra, que fala sobre penalidades financeiras no atraso das obras e sobre o teto financeiro da obra. Nenhum desses itens está sendo colocado em prática: a obra mais que dobrou de custo (os R$ 4 bilhões orçados inicialmente agora passam dos R$ 9 bilhões).

A Petrobras deve exigir o ressarcimento de todos os valores roubados pelas empreiteiras e garantir os empregos desses trabalhadores, para que quase 200 famílias não fiquem desamparadas.

 Rodrigo Rafael, presidente do Sindtêxtil-Ipojuca

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Metroviários de BH deflagam estado de greve



Metroviários de Belo Horizonte decidiram ontem, terça feira, deflagar o estado de greve, como forma de pressionar a Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) a dar uma resposta decente aos trabalhadores e trabalhadoras do setor. Haverá outra assembleia no dia 2 de julho para definir se entrará em greve.
Atualmente, a proposta da CBTU é oferecer um aumento de 5%, ou seja, abaixo da inflação do período que chega à 8,6%. Assim a proposta é perda de valor de compra. Como se não bastasse houve rescentemente um aumento no custo do plano de saúde, reduzindo ainda mais os ganhos econômicos dos trabalhadores.
A Categoria metroviária de Belo Horizonte, tem se tornado vanguarda nas lutas da pautas trabalhistas no estado. Demonstrou força em ter sido a única categoria que paralisou em 100% suas atividades no dia 29 de Maio, quando centrais sindicais e movimentos convocaram a paralisação nacional. Outra importante ação foi o envio de dezenas de metroviários e metroviárias a Brasília, para entregar cartas aos senadores para vetarem a lei da terceirização, que ainda está tramitando.
Além disso enfrentam a todo instante as ameaças de privatização do metrô e seu repasse ao estado. Com a estadualização o goveno de Minas Gerais e prefeituras da Região Metropolitana de Belo Horizonte, fariam um projeto de ampliação na forma de parceria público privada (PPP), o que aumentariam os custos da passagens e reduziria os direitos dos trabalhadores, como forma de gerar lucros aos magnatas do transporte. No entanto, esta proposta ainda está no campo das ameaças, segue a luta do sindicatos e de movimentos sociais por um transporte público e a baixos custos à população.
Com a deflagração do estado de greve,a categoria se mostra, mais uma vez, preparada e disposta à luta.


Movimento Luta de Classes - MG

quarta-feira, 10 de junho de 2015

Trabalhadores e trabalhadoras da MGS de Lavras e Pouso Alegre estão em greve em MG


Os trabalhadores e trabalhadoras da Minas Gerais Administração e Serviço (MGS), lotados nas Unidades de Atendimento Integradas (UAIs), na região do Sul de Minas nas cidades de Pouso Alegre e Lavras, estão realizando a maior greve da história desta rescente categoria. Hoje é o quadragésimo dia de greve, com uma queda de braço contra os patrões que a todo instante tentão desqualificar a luta.
    A greve causa grande impacto na região, já que as UAI's são responsáveis pela emissão de documentos como carteira de trabalho, carteira de identidade, certidão de nascimento e de até liberar o seguro desemprego. Num momento de crise como estamos vivendo, apenas nas primeiras semanas de greve mais de 500 trabalhadores do município de Lavras estavam a espera de dar entrada no seguro desemprego.
    Nesta segunda feira, dia 8 de junho foi realizada mais uma audiência no Ministério Público do Trabalho de Varginha, entre os  representantes do SEAC, sindicato patronal, e do Sineth São Lourenço e Região, com a participação de um diretor da ASSEPEMGS e dos delegados sindicais de Lavras e Pouso Alegre. Mais uma vez ficou comprovado o descaso com que  os  patrões tratam a  luta. O representante do SEAC, após chegar atrasado, teve o absurdo de dizer que não conhecia a proposta feita pelo trabalhadores! Isto depois de quatro semanas de greve. É evidente, que a tentativa da patronal é desgastar os lutadores e lutadoras que estão superando enormes dificuldades para orgnizar a greve. Marcou uma nova audiência para o dia 17 de junho, onde será apresentada a proposta da empresa.
    A greve é o momento de dizer aos patrões quem realmente coordena os serviços da empresa, os trabalhadores e as trabalhadoras, e por isso devem ser remunerados dignamente. Fazer uma greve   não é fácil, encontramos pressão dos patrões, familiares e até de colegas de trabalho, no entanto é o mais correto a se fazer quando nosso direitos estão sendo desrespeitados, quando nosso salário não nos proporciona uma vida digna. Sendo assim devemos arracar das mãos dos patrões melhores salários e melhores condições de trabalho.
    A  greve dos trabalhadores e trabalhadoras das UAIs Pouso Alegre e Lavras continua na perspectiva de pressionar o sindicato patronal e a MGS a fechar um melhor acordo para com os trabalhadores do sul de Minas, mas sobretudo, na necessidade de organizarmos mais os trabalhadores e trabalhadoras da MGS para se preparar para novos desafios e novas lutas.

Assoicaçãodos Empregados Públicos Estaduais da MGS - ASSEPEMGS