Greve de trabalhadores deixa França paralisada

As greves na França contra o projeto de Reforma Trabalhista do governo de Hollande se estenderam a vários setores

Déficit da previdência social é farsa!

Com argumentos incontestáveis, Denise Gentil destroça os mitos oficiais que encobrem a realidade da Previdência Social no Brasil

Sindicalistas de todo o país aderem à Unidade Popular

Em um ato público realizado em Maceió, Alagoas, sindicalistas de vários estados aderiram ao Partido Unidade Popular pelo Socialismo

PL\4330 volta à pauta no Congresso Nacional

O movimento sindical deve colocar a luta contra o PL 4330 como uma batalha de vida ou morte para a classe trabalhadora.

Apesar de comum, assédio sexual no trabalho é pouco denunciado no Brasil

Vergonha, medo e dificuldade de provar a agressão levam as vítimas a preferir o silêncio.


quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Greve Geral no Equador foi um grande Êxito



Nelson Erazo, presidente da Frente Popular do Equador, qualificou como um êxito as ações realizadas em nível nacional na Greve Geral desde a madrugada do dia 13 de agosto.

Para Erazo, foi uma grande derrota da “revolução cidadã”, do governo e do correísmo em geral, pois suas políticas não beneficiaram em nada o setor indígena, camponês e, menos ainda, os trabalhadores.

Até o meio dia, as províncias amazônicas de Orellana, Pastaza e Morona estavam com suas rodovias fechadas. Nesta última, membros das comunidades Shuar e Achuar e a população mestiça se mobilizaram no centro da cidade de Macas, capital da província de Morona Santiago. A rodovia Limón-San Juan-Bosco foi completamente paralizada.

Na região da Serra, as províncias de Loja, Tungurahua, Cotopaxi, Pichincha e Imbabura se encontram igualmente paralisadas em suas vias de acesso. Às 12h30, a  prefeita de Ibarra, Hilda Herrera, informou que o rodoanel da Madre se encontrava fechado, enquanto na rodovia Panamericana, militantes da Juventude Revolucionária do Equador estão presentes no fechamento das vias e  uma marcha de trabalhadores e camponeses avança para Cayambe, entre Imbabura e Pichincha.

Em Quito, os trabalhadores da saúde estão participando da Greve. Dezenas de médicos e enfermeiras do Hospital Metropolitano se concentram em frente a casa de saúde para manifestar seu protesto ao Código Integral Penal. Em outro setor da capital, a ponte Guayasamin foi bloqueada.

A coordendora unitára dos trabalhadores informou em um boletim que a entrada da cidade de Cotacachi e a via para Peguche (Ibarra) foram bloqueadas por mais de 500 manifestantes pertencentes a organizações sociais e populares dessas localidades. Apesar da ameaças de repressão da polícia, os manifestantes se mantiveram firmes no bloqueio.

Na região de Chasqui, a polícia usou bombas de gás para dispersar os manifestantes que bloqueavam a via contra as ordens do ministro José Serranon.

En Santa Isabel, na província de Azuay, a via de acesso ao cantão foi paralizada.

Na Costa, foi registrado o fechamento de vias em Esmeraldas, o ingresso da Refinaria de Esmeraldas. Em Guayaquil vários pontos registraram manifestações, inclusive no centro e na Universidade Estatal.

Durante a tarde, mais de 100 mil pessoas marcharam em Quito no encerramento da greve geral. Abaixo temos um vídeo com uma tomada aérea da marcha:

Fonte: averdade.org.br

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Contra demissões a resposta é greve!



Metalurgicos aprovam greve em São José dos Campos
Cerca de 5.200 funcionários da fábrica da montadora General Motors em São José dos Campos iniciaram greve por tempo indeterminado após demissão de funcionários anunciada no fim de semana, informou nesta segunda-feira o Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos e Região.

A greve foi decidida em assembleia nesta segunda-feira. Uma nova assembleia está agendada para a manhã de terça-feira, de acordo com a assessoria de imprensa do sindicato. O objetivo é obter a reversão das demissões e a abertura de negociações entre sindicato e montadora.

Ainda não há informações sobre o número de funcionários demitidos. Consultada, a GM disse lamentar a decisão de convocar greve e reafirmou "sua disposição para o diálogo construtivo no sentido de encontrar alternativas para manter a unidade competitiva em um contexto de grande transformação no mercado brasileiro".

Segundo a empresa, os desligamentos têm como objetivo "adequar o quadro da empresa à atual realidade do mercado, visando resgatar a competitividade e viabilidade do negócio". "A paralisação da operação da fábrica só contribui para agravar a séria crise que afeta hoje a GM e a indústria automotiva", disse a nota. Assim a GM repassa aos trabalhadores o ônus da crise, coisa que não ocorreu quando a economia estava em desenvolvimento com a redução de impostos que o governo concedeu.

Segundo o sindicato, os trabalhadores da unidade de São José dos Campos reuniram-se em assembleia no domingo, após diversos deles saberem que estavam demitidos por telegrama.terem recebido telegramas em suas casas com o aviso de que estavam demitidos.

Os cortes em São José dos Campos acontecem um mês depois de a montadora ter demitido cerca de 500 trabalhadores na fábrica de São Caetano do Sul, disse o sindicato.

A entidade também informou que nessa segunda-feira retornam ao trabalho 750 trabalhadores que estavam em lay-off, resultado de uma mobilização ocorrida em fevereiro, quando a GM havia indicado a intenção de realizar 798 demissões.

Neste segundo semestre iniciam as campanhas salarias dos metalúrgicos, muita luta vem por aí!

Movimento Luta de Classes
Fonte: Site UOL