Greve de trabalhadores deixa França paralisada

As greves na França contra o projeto de Reforma Trabalhista do governo de Hollande se estenderam a vários setores

Déficit da previdência social é farsa!

Com argumentos incontestáveis, Denise Gentil destroça os mitos oficiais que encobrem a realidade da Previdência Social no Brasil

Sindicalistas de todo o país aderem à Unidade Popular

Em um ato público realizado em Maceió, Alagoas, sindicalistas de vários estados aderiram ao Partido Unidade Popular pelo Socialismo

PL\4330 volta à pauta no Congresso Nacional

O movimento sindical deve colocar a luta contra o PL 4330 como uma batalha de vida ou morte para a classe trabalhadora.

Apesar de comum, assédio sexual no trabalho é pouco denunciado no Brasil

Vergonha, medo e dificuldade de provar a agressão levam as vítimas a preferir o silêncio.


segunda-feira, 18 de julho de 2016

Greve geral no Uruguai mobiliza mais de um milhão de pessoas contra o ajuste fiscal


Milhões foram às ruas em Montevidéu

Nesta quinta (14), a central sindical do Uruguai Plenário Intersindical de Trabalhadores - Convenção Nacional de Trabalhadores (PIT-CNT) convocou uma greve geral em defesa do trabalho, do salário, das condições de vida, da previdência e do gasto social, frente às medidas de ajuste fiscal impulsionadas pelo governo uruguaio de Tabaré Vazquez (Frente Ampla). Próximo às negociações salariais do segundo semestre nos Conselhos Salariais, os trabalhadores temem por perdas reais de salário.

Segundo a organização, cerca de um milhão de trabalhadores aderiram ao protesto, que contou com a participação de docentes e servidores da Universidade da República (Udelar), a Federação de Estudantes Universitários do Uruguai (FEUU), a Federação Uruguaia de Cooperativas de Vivenda (Fucvam), o Sindicato Único de Telecomunicações (Antel), a União de Trabalhadores Estatais (UTA), sindicatos de docentes, entre outros movimentos organizados.

Em entrevista à imprensa, representantes sindicais denunciaram que o aumento da inflação tem atingido o poder aquisitivo do salário e que a crise tem fortalecido uma contraofensiva da direita. Segundo o presidente da central sindical PIT-CNT, Fernández Pereira, “se questiona que a única variável de ajuste seja o que a classe operária tem para oferecer: sua força de trabalho”. 

Os sindicatos unificados em torno da greve geral propõem políticas anticíclicas para expandir a capacidade de consumo interno, como a criação de novos postos de trabalho, o aumento dos investimentos públicos e estímulos para a compra de insumos nacionais de produtores uruguaios.  A queda dos preços das matérias primas e o caráter dependente da economia uruguaia têm atingido fortemente a população.

Claudio Arbesún, da FEUU, denunciou também o corte do orçamento universitário. Segundo ele, “na universidade se produz o 80% das investigações cientificas no país, o corte no orçamento implica cortar a possibilidade do desenvolvimento nacional”. 


Fonte: http://www.andes.org.br

quarta-feira, 13 de julho de 2016

80 horas de trabalho por semana jamais! Fora Temer!


Governo Golpista de Temer quer escravizar a classe trabalhadora
A Confederação Nacional da Indústria -CNI, propôs ao governo golpista de Michel Temer aumentar a jornada de trabalho para 80 horas semanais, sendo 12 horas por dia, e 8 horas no final de semana! Isso mostra o caráter do golpe, onde  patrões financiaram manifestações pró impeachement e distribuiram filé mignon para os acampados na porta da FIESP. Não é de agora que os representantes da burguesia fazem declarações absurdas contra os trabalhadores e trabalhadoras. Ainda antes do golpe, o vice presidente da Fiesp (Federação das Indústrias de São Paulo), e diretor da CSN ,o milionário Benjamin Steinbruch disse que não é necessário que os trabalhadores tenham 1hora de almoç,o e que apenas 15 minutos bastavam. Disse "Nos EUA, os trabalhadores operam a máquina com uma mão, e com a outra comem o sanduiche". Um verdadeiro atentado aos direitos humanos e aos direitos trabalhistas conquistados com suor e sangue.
Esse é o verdadeiro objetivo da derrubada do governo Dilma, os industriais, os banqueiros governarem sem intermediários, rasgarem a CLT e aplicarem um rolo compressor contra a nossa classe. 
Essas declarações reforçam a necessidade de nos mantermos atentos, e acompanharmos o encaminhamento dos 55 projetos de lei apresentados na Câmara dos Deputados e no Senado que atacam os direitos dos trabalhadores. Como se não bastasse, a Reforma da Previdência proposta pelo governo Temer, define a idade mínima de 70 anos para se aposentar, tanto para o homem, quanto para a mulher. Ultrapassando a espectativa de vida de vários estados brasileiros, assim, os trabalhadores morrerão devendo ao INSS.  Também está na agenda o golpe a realização de privatizações nos Correios, na Caixa Econômica Federal, CBTU entre outras estatais. 
Nosso caminho está claro, devemos organizar nossa classe para a luta, resistir aos ataques do Governo dos Banqueiros e garantir com unhas e dentes os nossos direitos. A classe trabalhadora francesa, grega, espanhola, portuguesa, argentina já fez e continua a fazer sua greve geral. Preparemos a nossa!


Fora Temer!
Nenhum direito a menos!
Construir a Greve Geral!

Renato Amaral
Movimento Luta de Classes

 

terça-feira, 5 de julho de 2016

Trabalhadores da Eletrobras cruzam os braços em todo o país



Desde o dia de ontem (4) as 17 empresas que compõem o Sistema Eletrobras encontram-se paralisadas. Uma paralisação nacional de 72h teve adesão forte dos trabalhadores eletricitários em todo o país.

O presidente em exercício do Sindicato dos Urbanitários da Paraíba (STIUPB), Adriano Teixeira, disse que a luta é nacional e também teve adesão dos trabalhadores na Paraíba. “A última proposta de reajuste encaminhada pela Eletrobras de 5% é uma verdadeira piada. Como se não bastasse a empresa ainda suspendeu as negociações de forma unilateral. Vamos continuar mobilizados até o fim”, disse.

A paralisação continua até o dia de amanhã (6), e caso a Eletrobras não retome as negociações, uma greve por tempo indeterminado poderá ter início.

A paralisação ocorre no setor administrativo e de manutenção, funcionando apenas a operação, não havendo assim risco de interrupção de energia por causa da paralisação.

Para o dia 22 de julho, data que ocorrerá uma assembleia de acionistas do sistema visando a venda de 6 empresas, haverá uma nova mobilização em todo o país contra a privatização da Eletrobras.

 Ascom STIUPB