quarta-feira, 13 de julho de 2016

80 horas de trabalho por semana jamais! Fora Temer!


Governo Golpista de Temer quer escravizar a classe trabalhadora
A Confederação Nacional da Indústria -CNI, propôs ao governo golpista de Michel Temer aumentar a jornada de trabalho para 80 horas semanais, sendo 12 horas por dia, e 8 horas no final de semana! Isso mostra o caráter do golpe, onde  patrões financiaram manifestações pró impeachement e distribuiram filé mignon para os acampados na porta da FIESP. Não é de agora que os representantes da burguesia fazem declarações absurdas contra os trabalhadores e trabalhadoras. Ainda antes do golpe, o vice presidente da Fiesp (Federação das Indústrias de São Paulo), e diretor da CSN ,o milionário Benjamin Steinbruch disse que não é necessário que os trabalhadores tenham 1hora de almoç,o e que apenas 15 minutos bastavam. Disse "Nos EUA, os trabalhadores operam a máquina com uma mão, e com a outra comem o sanduiche". Um verdadeiro atentado aos direitos humanos e aos direitos trabalhistas conquistados com suor e sangue.
Esse é o verdadeiro objetivo da derrubada do governo Dilma, os industriais, os banqueiros governarem sem intermediários, rasgarem a CLT e aplicarem um rolo compressor contra a nossa classe. 
Essas declarações reforçam a necessidade de nos mantermos atentos, e acompanharmos o encaminhamento dos 55 projetos de lei apresentados na Câmara dos Deputados e no Senado que atacam os direitos dos trabalhadores. Como se não bastasse, a Reforma da Previdência proposta pelo governo Temer, define a idade mínima de 70 anos para se aposentar, tanto para o homem, quanto para a mulher. Ultrapassando a espectativa de vida de vários estados brasileiros, assim, os trabalhadores morrerão devendo ao INSS.  Também está na agenda o golpe a realização de privatizações nos Correios, na Caixa Econômica Federal, CBTU entre outras estatais. 
Nosso caminho está claro, devemos organizar nossa classe para a luta, resistir aos ataques do Governo dos Banqueiros e garantir com unhas e dentes os nossos direitos. A classe trabalhadora francesa, grega, espanhola, portuguesa, argentina já fez e continua a fazer sua greve geral. Preparemos a nossa!


Fora Temer!
Nenhum direito a menos!
Construir a Greve Geral!

Renato Amaral
Movimento Luta de Classes

 

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