quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Trabalhadores fazem atos contra a Reforma da Previdência em Minas Gerais


Ato reuniu vários aposentados,pensionistas e servidores estaduais
Neste dia 8 de Fevereiro, entidades participantes da Frente Mineira Contra a Reforma da Previdência organizaram um ato na Praça Sete de Setembro, no centro de Belo Horizonte, exigindo a retirada pra proposta que visa acabar com a chance dos trabalhadores e trabalhadoras brasileiros aposentarem.

"Mais uma medida do governo Temer que retira os direitos dos trabalhadores, propagandeando uma mentira que diz que a Previdência é deficitária, na verdade ela é superavitária, quando percebemos que faz parte de um sistema de seguridade social. A juventude sofrerá muito com isso, pois os empregos existentes são muito precarizados". Afirma Marc Brito, diretor União Nacional dos Estudantes pela oposição, que participou do ato.

"Se aprovada a reforma, o aposentado do amanhã receberá menos que um aposentado recebe atualmente" Afirma Viviane do Sindicato dos Trabalhadores do Tribunal de Justiça, e continua " A base do calculo da aposentadoria será de metade do que o aposentado de hoje recebe, eis um absurdo"! 

O ato seguiu em passeata para a sede da Previdência Social da capital mineira.



Ato também em Uberaba


Representantes de associações, sindicatos e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) fizeram um protesto em Uberaba, na tarde desta quarta-feira (8), contra a reforma da Previdência Social proposta pelo Governo Federal.

A concentração ocorreu no Calçadão da Rua Artur Machado. A manifestação teve como objetivo chamar a atenção da população sobre o tema.

Esse foi o segundo ato organizado pelo grupo na cidade. O primeiro protesto ocorreu no dia 19 de dezembro de 2016, quando os participantes se concentraram em frente ao prédio da Justiça Federal e caminharam até a sede do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), no Centro da cidade.

Estes atos foram de grande importância para o acúmulo da luta da classe trabalhadora contra a reforma da Previdência em todo o país.

Outros atos estão marcados contra a Reforma. Agora é aumentar a resistência à mais este golpe contra os trabalhadores e trabalhadoras.

Renato Amaral - Belo Horizonte/MG

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